Um novo remédio chamado Avastin, fabricado pela empresa Genentech, está sendo utilizado no combate ao glioblastoma multiforme, um tipo de câncer de cérebro que mata em media 12,7 mil pessoas por ano.
Estudos divulgados pela empresa indicam que a substância bevacizumab, que é o principio ativo do Avastin, retarda o avanço do tumor por seis meses em 36% dos casos, podendo atingir 51% se o tratamento for combinado com quimioterapia.
Esta descoberta é notável, uma vez que tratamentos anteriores só atingiam a marca de 15% de retardo no avanço do tumor, tão letal que mata 97 entre 100 pacientes que o desenvolvem no período de cinco anos.
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Células-tronco são fabricadas a partir da pele
Duas equipes de cientistas, uma americana e outra japonesa, conseguiram fabricar células-tronco a partir da pele.
As células-tronco são a esperança de cura para as doenças mais mortais, pois podem evoluir para 220 tipos diferentes de células do corpo humano, substituindo tecidos ou órgãos defeituosos.
Esta descoberta tem importância, pois as técnicas atuais obtêm células tronco embrionárias, com risco de rejeição e cercadas de considerações éticas sobre a utilização e a clonagem de embriões humanos.
A nova técnica permite acesso rápido a células-tronco com o conteúdo genético do paciente, evitando a rejeição e acelerando as pesquisas sobre tratamento de câncer, mal de Alzheimer, doença de Parkinson e recuperação de partes do corpo lesionadas.
As células-tronco são a esperança de cura para as doenças mais mortais, pois podem evoluir para 220 tipos diferentes de células do corpo humano, substituindo tecidos ou órgãos defeituosos.
Esta descoberta tem importância, pois as técnicas atuais obtêm células tronco embrionárias, com risco de rejeição e cercadas de considerações éticas sobre a utilização e a clonagem de embriões humanos.
A nova técnica permite acesso rápido a células-tronco com o conteúdo genético do paciente, evitando a rejeição e acelerando as pesquisas sobre tratamento de câncer, mal de Alzheimer, doença de Parkinson e recuperação de partes do corpo lesionadas.
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Hormônio pode controlar a obesidade
Um estudo do Instituto Semel para Neurociência e Comportamento Humano em
Los Angeles, Estados Unidos, comprovou que o hormônio leptina influencia nos
circuitos cerebrais que nos indicam se temos fome ou estamos satisfeitos.
Três pessoas obesas que tinham deficiência de leptina por problemas de uma rara mutação genética foram submetidas a imagens de comida antes e depois da aplicação do hormônio. Foi constatado após a aplicação uma redução da sensação de fome nos voluntários.
Ao mesmo tempo verificava-se uma diminuição das atividades cerebrais nas zonas do cérebro associadas à fome.
Segundo o professor de psiquiatria do instituto, Edythe London , esta pesquisa abre “uma promissora oportunidade para tratamento de pessoas obesas ou portadoras de desordens metabólicas relacionadas”.
Los Angeles, Estados Unidos, comprovou que o hormônio leptina influencia nos
circuitos cerebrais que nos indicam se temos fome ou estamos satisfeitos.
Três pessoas obesas que tinham deficiência de leptina por problemas de uma rara mutação genética foram submetidas a imagens de comida antes e depois da aplicação do hormônio. Foi constatado após a aplicação uma redução da sensação de fome nos voluntários.
Ao mesmo tempo verificava-se uma diminuição das atividades cerebrais nas zonas do cérebro associadas à fome.
Segundo o professor de psiquiatria do instituto, Edythe London , esta pesquisa abre “uma promissora oportunidade para tratamento de pessoas obesas ou portadoras de desordens metabólicas relacionadas”.
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Veja para que serve o aviso “Não contém glúten”
Muitos alimentos contem nos rótulos de suas embalagens o aviso “Não contém glúten” e a maioria das pessoas desconhece o significado desta informação.
Glúten é uma proteína encontrada no trigo, aveia, centeio e cevada. Esta substância está presente em uma grande variedade de alimentos como pães, bolos, bolachas, cerveja e uísque.
Pessoas que tem intolerância ao glúten desenvolvem a doença celíaca, um distúrbio que afeta um em cada 133 indivíduos e é caracterizada pelo aparecimento de lesões na mucosa do intestino delgado provocando câncer, osteoporose e anemia.
Esta doença costuma manifestar-se até os três anos de idade, mas pode surgir também na idade adulta.
Seu único tratamento é o total banimento da ingestão de glúten na alimentação diária. Por isto, os fabricantes brasileiros de alimentos são obrigados por lei a informar aos consumidores se o glúten é utilizado na formulação de seus produtos.
Glúten é uma proteína encontrada no trigo, aveia, centeio e cevada. Esta substância está presente em uma grande variedade de alimentos como pães, bolos, bolachas, cerveja e uísque.
Pessoas que tem intolerância ao glúten desenvolvem a doença celíaca, um distúrbio que afeta um em cada 133 indivíduos e é caracterizada pelo aparecimento de lesões na mucosa do intestino delgado provocando câncer, osteoporose e anemia.
Esta doença costuma manifestar-se até os três anos de idade, mas pode surgir também na idade adulta.
Seu único tratamento é o total banimento da ingestão de glúten na alimentação diária. Por isto, os fabricantes brasileiros de alimentos são obrigados por lei a informar aos consumidores se o glúten é utilizado na formulação de seus produtos.
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Pílula da barriga é autorizada
O medicamento Acomplia, popularmente conhecido como a pílula da barriga, pois reduz a gordura abdominal difícil de perder e prejudicial à saúde, teve comercialização autorizada no Brasil.
A droga é indicada apenas para pacientes obesos ou com alto fator de risco associado a sobrepeso, como diabetes e colesterol alto. Sua comercialização não foi autorizada nos Estados Unidos. Lá ele é considerado perigoso devido a possíveis riscos psiquiátricos como: pensamento suicida, ataque de pânico e agressividade.
A droga é indicada apenas para pacientes obesos ou com alto fator de risco associado a sobrepeso, como diabetes e colesterol alto. Sua comercialização não foi autorizada nos Estados Unidos. Lá ele é considerado perigoso devido a possíveis riscos psiquiátricos como: pensamento suicida, ataque de pânico e agressividade.
Na utilização do remédio, caso o consumidor tenha alguma reação adversa deve ifnormar à ouvidoria da Anvisa.
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Risco ao fazer uma transfusão com sangue armazenado
Pesquisas realizadas por especialistas da Universidade de Duke indicam que o armazenamento do sangue por mais de três horas para uso em transfusões pode ser prejudicial para alguns pacientes, por perda de componentes essenciais do sangue, que se deterioram.
Segundo o professor de Medicina Cardiovascular e Pulmonar Jonathan Stampler, o óxido nítrico, um dos componentes do sangue que facilita a transferência de oxigênio dos glóbulos vermelhos para os tecidos, perde suas propriedades.
Com isto, pacientes de cirurgias críticas que recebem transfusões de sangue armazenado correm um risco maior de sofrer um ataque cardíaco e até mesmo morrer.
Segundo o professor de Medicina Cardiovascular e Pulmonar Jonathan Stampler, o óxido nítrico, um dos componentes do sangue que facilita a transferência de oxigênio dos glóbulos vermelhos para os tecidos, perde suas propriedades.
Com isto, pacientes de cirurgias críticas que recebem transfusões de sangue armazenado correm um risco maior de sofrer um ataque cardíaco e até mesmo morrer.
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
Pimenta é anestésico natural
Pesquisadores da Universidade de Harvard descobriram que a capsaicina, substância responsável pela sensação de ardor na pimenta, é um anestésico com potencial para mudar profundamente os tratamentos da dor, já que suas propriedades permitem a anestesia sem causar perda de movimentos ou falta de sensação de toque no paciente.
As anestesias locais atuam em todas as células nervosas, mas a capsaicina afeta apenas os receptadores da dor, evitando outros efeitos colaterais.
Com o uso desta nova anestesia, por exemplo, uma mulher em trabalho de parto com anestesia peridural poderia manter o movimento das pernas e ainda sentir o nascimento do filho.
As anestesias locais atuam em todas as células nervosas, mas a capsaicina afeta apenas os receptadores da dor, evitando outros efeitos colaterais.
Com o uso desta nova anestesia, por exemplo, uma mulher em trabalho de parto com anestesia peridural poderia manter o movimento das pernas e ainda sentir o nascimento do filho.
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