Duas equipes de cientistas, uma americana e outra japonesa, conseguiram fabricar células-tronco a partir da pele.
As células-tronco são a esperança de cura para as doenças mais mortais, pois podem evoluir para 220 tipos diferentes de células do corpo humano, substituindo tecidos ou órgãos defeituosos.
Esta descoberta tem importância, pois as técnicas atuais obtêm células tronco embrionárias, com risco de rejeição e cercadas de considerações éticas sobre a utilização e a clonagem de embriões humanos.
A nova técnica permite acesso rápido a células-tronco com o conteúdo genético do paciente, evitando a rejeição e acelerando as pesquisas sobre tratamento de câncer, mal de Alzheimer, doença de Parkinson e recuperação de partes do corpo lesionadas.